Qualidade
A Agrosul mantém rígidos programas de controle de qualidade que garantem a sanidade animal e produtos saudáveis.
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  • Manutenção das instalações e equipamentos;
  • Vestiários, sanitários, e barreiras sanitárias;
  • Iluminação;
  • Ventilação;
  • Águas de abastecimento;
  • Águas residuais;
  • Controle integrado de pragas;
  • Procedimento padrão de higiene operacional;
  • Higiene e hábitos dos colaboradores;
  • Procedimentos sanitários operacionais;
  • Controle de matérias primas e embalagens;
  • Controle de temperaturas;
  • Calibração e aferição de instrumentos;
  • APPCC (Análise de Perigo e Pontos Críticos de Controle);
  • Análises laboratoriais;
  • Embasamento para certificação;
  • PPCAAP (Programa de Prevenção e Controle de Absorção de Água aos Produtos);
  • Bem estar animal;
  • Rastreabilidade e recolhimento;
  • Programa de boas práticas de criação;
  • Programa de autocontrole de abate halal;
Produtos isentos de contaminações, garantia de qualidade e saúde
  • Dentre os controles de qualidade existentes, a Agrosul adota o APPCC (Análises de Perigos e Pontos Críticos de Controle), que é o mais moderno plano de controle de qualidade alimentar do mundo. Este plano visa eliminar todas as contaminações que possam existir nos alimentos, permitindo assim, alimentos seguros e livres de contaminações químicas, físicas e biológicas.
Análises mensais
laboratorio
São realizadas também, análises na ração utilizada na criação do frango, a fim de comprovar a isenção de quaisquer substâncias que não sejam dentro das normas exigidas na criação de frangos.
Hormônios não são empregados na produção de frangos.
Apesar de erroneamente divulgado em alguns meios, a utilização de hormônios na criação de frango é não somente inviável, como proibida.
Diversos autores evidenciam a ineficiência da injeção de hormônios para aumentar o ganho de peso ou a eficiência alimentar das aves (Holst-Schumacher, 2010; Anderson & Gernat (2004); Gandhi & Snedeker, 2000: Buonomo & Baile, 1986; Velle, 1982; Heitzmann 1979).
Além disso, para a indústria avícola atual, essa prática seria impossível. Se fossem administrados via ração, por exemplo, esses hormônios, que são substâncias proteicas, seriam destruídos pelas enzimas (proteases) do sistema digestivo desses animais e não teriam como produzir o efeito desejável.
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Imagine fazer injeções diárias em bilhões de frangos...
Se esses hormônios fossem injetados, deveriam ser administrados em doses diárias em cada ave, sendo impraticável na atual indústria avícola (só em 2010 foram produzidos aproximadamente 7 bilhões de frangos no Brasil).
Velle (1982) destaca ainda o efeito colateral indesejável, que seria a disposição de gordura corporal ao invés do ganho muscular.